Eu acabo de participar de um web seminário do e-Tailing Group sobre estratégias de comércio eletrônico para 2009. Os slides que eu captureiestão aqui para download.
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Eu acabo de participar de um web seminário do e-Tailing Group sobre estratégias de comércio eletrônico para 2009. Os slides que eu captureiestão aqui para download.
Posted by Ricardo Jordão Magalhaes on 02/25/2009 at 18:52 in Pesquisas | Permalink | Comments (5)
da Folha Online
Os internautas brasileiros recuperaram em janeiro a liderança entre os que passam mais tempo na internet --o país havia perdido a posição em dezembro, ficando atrás de franceses e alemães. Segundo o Ibope/NetRatings, os brasileiros ficaram conectados, em média, 24 horas e 49 minutos no mês passado, uma alta de 8,7% em relação a dezembro e de 6,9% ante janeiro de 2008.
Em segundo lugar ficaram os internautas do Reino Unido (24 horas e 37 minutos), seguidos por França (24 horas e 35 minutos) e Espanha (24 horas e 6 minutos). Até perder o posto em dezembro, o Brasil ficou quase três anos em primeiro lugar nesse quesito.
José Calazans, analista de mídia da empresa de pesquisas, credita o aumento no tempo de navegação dos brasileiros ao forte uso de novos aplicativos no Orkut. De acordo com Calazans, apesar de estar novamente à frente, o Brasil deve ser "seguido mais de perto" pelos europeus, que têm intensificado o uso de redes sociais, páginas em que os internautas navegam por mais tempo. Enquanto isso, o perfil do internauta brasileiro passa por um "amadurecimento", com crescimento principalmente entre adultos e idosos, que costumam acessar a rede por menos tempo.
Em janeiro, o total de usuários ativos residenciais --que acessam a rede ao menos uma vez no mês-- foi de 24,5 milhões. O número ficou estável em relação a dezembro e cresceu 16% na comparação com o mesmo mês do ano passado.
Posted by Natalia Carvalho on 02/20/2009 at 09:38 | Permalink | Comments (0)
do Internet Retailer
Enviar e-mail é tão barato que se pode enviar qualquer coisa para todo mundo, certo? Errado, dizem os autores do novo livro “Successful E-mail Marketing Strategies: From Hunting to Farming.”
Eles argumentam que bombardear os clients com e-mails é como sair à caça com armadilhas para tentar obter novos clientes. Em vez disso, os profissionais de Marketing deveriam adotar uma estratégia mais próxima do cultivo do que da caça, cultivando seus melhores clientes e enviando e-mails relevantes, que servem para construir um relacionamento.
Para a maior parte dos varejistas, cerca de 10% das pessoas que compõem as listas de e-mail fazem realmente alguma compra. Segundo um dos autores, “São os 10% que deveriam ser tratados como reis, pois são eles que movimentam a empresa.” Isso inclui enviar a eles e-mails relevantes, parabéns pelo aniversário e bilhetes de agradecimento, além de encorajá-los a fazer resenhas de produtos que compraram.
O envio de e-mails relevantes começa com a construção de um banco de dados de clients, que pode incluir informações obtidas pelo próprio varejista (baseadas em históricos de compras) e em dados obtidos através de outras fontes.
Posted by Natalia Carvalho on 02/18/2009 at 10:51 in BeaBá do Comércio Eletrônico, Casos de Sucesso, Web Marketing | Permalink | Comments (0)
Posted by Ricardo Jordão Magalhaes on 02/16/2009 at 22:15 in Pesquisas | Permalink | Comments (0)
Baseado no texto de Courtney Mills , especialista em Marketing online do Ineedhits
O forum Google AdWords Help é um excelente recurso para quem usa campanhas com AdWords. Sarah, que é uma AdWordsPro funcionária do Google ofereceu três dicas para teste de palavras-chave em produtos com baixo tráfego:
1) Comece pequeno: os “fominhas” costumam jogar milhares de palavras-chave par aver qual delas funciona. A questão é que assim fica muito difícil gerenciar e identificar a palavra-chave com performance ruim. Tudo bem se você quer utilizar o método de “tentativa e erro”, mas use pequenos grupos de palavras de cada vez, para que você possa monitorar a performance.
2) Delete Delete Delete. Se você testar um número grande de palavras-chave e nenhuma delas funcionar, elas tendem a derrubar o score de qualidade da sua conta, e para piorar, se seu score é baixo fica mais difícil inserir novas palavras-chave. Para evitar o problema, é recomendável que estas palavras de baixa performance sejam deletadas imediatamente.
3) Regionalize. Se o seu produto tem um bom apelo regional, use isto para fazer com que seu anúncio apareça para as pessoas certas. Se você não puder confiar totalmente nas buscas, pense em outras ferramentas para definir públicos-alvo. Quem se interessaria pelo produto, onde essas pessoas estão, quando elas estão online? Defina seu público e programe-se para atingi-lo.
Posted by Natalia Carvalho on 02/13/2009 at 10:25 in BeaBá do Comércio Eletrônico, Web Marketing | Permalink | Comments (2)
A espera finalmente chegou ao fim! O fenômeno do varejo brasileiro lançou sua operação de comércio eletrônico. Motivo de inúmeras teses no mundo todo - inclusive em Harvard, as Casas Bahia, após 13 anos do e-Commerce brasileiro, consolidam de uma vez por todas a entrada classe C na era do varejo virtual. No fundo pouco importa se foi criado o melhor ou pior site, com mais recursos ou menos recursos, com ou sem SEO, o que realmente importa é que o e-Commerce aqui no Brasil dá seus primeiros sinais de amadurecimento.
As Casas Bahia se prepararam para este lançamento, afinal é o maior ícone do crescimento da classe C no Brasil, e de certa forma o seu modelo de negócios contribuiu para o aumento do consumo das pessoas com renda familiar total entre R$ 1.064,00 e R$ 4.591,00, promovendo o financiamento dos bens de consumo em parcelas que "cabem no bolso" de seus clientes. Grande parte da base de clientes migrou para os cartões Private Label da varejista, o que permite levar para o site as mesmas condições de crédito oferecidas nas lojas.
Além disso, o mix de produtos também contempla a famosa linha de móveis, que por conta do apoio logístico da rede permite marcar a montagem na casa do cliente, ou ainda a utilização das lojas para a própria retirada dos produtos adquiridos. Ainda existem vídeos explicativos e a linha de comunicação é bem simples, totalmente aderente ao público com que se quer alcançar.
Agora sim o mercado se torna competitivo, depois da entrada do Wal-Mart e agora das casas Bahia, pessoalmente acredito que a vida da B2W não será tão mais fácil. Há alguns anos praticamente não existia concorrência, e mesmo que errassem, Americanas e Submarino, conseguiam fazer suas manobras de contorno. Hoje não temos mais este espaço, até pelo crescimento de outras redes regionais de expressão no mundo físico como Magazine Luiza e Ponto Frio.
Outro ponto a ser considerado é a penetração das Casas Bahia, de longe a maior compradora de mídia do Brasil, que deve levar para a Web sua força de comunicação, e esquentar de uma vez por todas o mercado publicitário da Internet. Alguns estudos apontam o crescimento da fatia da verba marketing online no budget das companhias, não tenho dúvidas que este ano este crescimento será ainda maior, não só pela concorrência, mas pelo controle que o marketing online proporciona, e em tempos de tsunamis ou marolas – como queiram, não conheço empresa que esteja jogando dinheiro fora.
PS. Só nos resta esperar pelo maior varejista do Brasil, o Carrefour.
Posted by Alessandro Gil on 02/11/2009 at 10:50 | Permalink | Comments (0)
A resposta não é assim tão simples! Porém, em nenhum outro momento da história das relações comerciais os papéis de indústria e varejo foram tão questionados. E o principal pivô desta possível quebra de paradigmas é o consumidor. Hoje as empresas, especialmente as indústrias, se deparam com um público muito mais informado e exigente em suas escolhas, em contrapartida encontram a concorrência cada vez mais acirrada e os canais de distribuição menos lucrativos.
Então, entender este novo consumidor e tomar sua atenção são os enormes desafios que as companhias, que almejam o sucesso nesta nova era digital devem ter. Cada vez mais os consumidores têm menos tempo e incentivo para absorver novas informações. Há décadas as disputas por market share passaram pelo que chamamos de share of wallet (percentual dos gastos) e share of mind (espaço na mente do consumidor), hoje as empresas lutam por algo cada vez mais escasso: o share of time. O que nada mais é que uma fração do raro tempo no dia-a-dia do consumidor. E como este tempo vale ouro.
Neste momento é que se mede a importância do contato direto entre indústria e seus clientes, quando até então os consumidores eram propriedade dos varejistas, e agora passam a ser compartilhados também pelos fabricantes. Empresas como Panasonic, Sony e Whirlpool (com suas marcas Brastemp e Consul) já desenvolveram através de seus próprios sites de comércio eletrônico um canal direto, e extremamente importante com seus públicos-alvo.
A venda de curto prazo pode ser apenas um detalhe para estas empresas, que têm ainda no canal um forte aliado. Mas aos poucos, com o fortalecimento da relação com os usuários de seus produtos, e iniciativas que aumentam a oferta de produtos, devido a exploração total do mix de produto muitas vezes ignorado pelo varejo, este pontos de venda digitais tornam-se mais forte.
Através das iniciativas de e-commerce a indústria pode, e deve, medir tendências e ouvir o consumidor. A interação se faz presente quando a troca de informações beneficia os dois lados, e tanto fabricantes como clientes se vêm participando de um mesmo processo de criação, onde o resultado final é o atendimento completo dos anseios das pessoas e aumento da lucratividade das empresas.
A Panasonic, por exemplo, utiliza-se do comércio eletrônico como canal exclusivo para algumas linhas Premium, além de oferecer acessórios e peças de reposição dificilmente encontradas no restante do mercado. Além disso, a companhia criou um canal de interação com seus diversos públicos, através do clube Panasonic inúmeras ações de interação são montadas, beneficiando os clientes e gerando feedback fundamental para a empresa.
Outro ponto importantíssimo é a possibilidade da personalização, o que aproxima o conceito da marca com a personalidade de seu público. A Brastemp, através de seu portal, permite que consumidores montem os produtos conforme sua vontade. Respeitando algumas regras, é possível customizar, cor, compartimento, materiais e acessórios na seção "Brastemp You". O conceito de web 2.0 levado ao pé da letra.
Ainda é possível criar uma série de ferramentas que permitem com que a Indústria mensure a importância dos diferencias de seus produtos e marcas. Um site de e-Commerce pode se tornar um verdadeiro portal de relacionamento, com espaços para comunidades, opiniões dicas e sugestões, tudo alimentado pelo internauta, com toda a espontaneidade que as empresas sempre sonharam. Basta um pouco de criatividade e investimento neste canal que se fortalece a cada dia.
Posted by Alessandro Gil on 02/09/2009 at 22:39 | Permalink | Comments (1)
(baseado no texto de Armando Roggio)
Dica 1: Use luz suave para boas fotografias de produto
Um livro-texto antigo dizia que o objetivo da iluminação para fotos de produto era simular a luz do sol em um dia nublado. Luz direta e brilhante produz sombras muito escuras e distintas, que atraem o olho do cliente e o distrai do produto que você quer vender. Luz suave produz sombras suaves que ajudam a produzir imagens mais bonitas.
Tip No. 2: Use uma DSLR de boa qualidade e obtenha pixels maiores
A câmera escolhida para tirar as fotos de seus produtos faz diferença: sensores de imagem com pixels minúsculos (como os das câmeras de celulares, por exemplo) produzem imagens relativamente pobres, enquanto sensores com pixelagem maior tiram imagens relativamente melhores. O número de megapixels da câmera não importa. Salvo algumas exceções, pixelagens maiores produzem melhores imagens de produto, e as DSLRs têm as maiores pixelagens disponíveis. DSLRs são geralmente câmeras profissionais.
Dica 3: Componha suas imagens de produto
As imagens de produto não precisam ser “quadradas”. Considere a regra dos terços, e a da proporção áurea. A regra dos terços demonstra que o olho humano naturalmente se fixa em um ponto a cerca de dois terços da altura de uma imagem. Portanto, quando fizer uma fotografia ou editá-la, posicione a parte principal da imagem nesta marca. Seguindo esta regra, os clientes focarão o que há de mais importante na sua imagem.
A regra da proporção áurea diz respeito à forma como os homens enxergam os objetos: ela reconhece que algumas porções da imagem naturalmente atraem a atenção do observador, e geralmente é o resultado da forma de um objeto ou de uma cena. Por exemplo, linhas diagonais podem direcionar o olhar do comprador da esquerda para a direita. Componha sua imagem de produto de forma que a proporção dourada do seu objeto esteja no foco central.
Posted by Natalia Carvalho on 02/09/2009 at 11:32 in BeaBá do Comércio Eletrônico, Web Marketing | Permalink | Comments (0)
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